O dia foi lindo, o fim da tarde foi de um amarelo clarinho, os gatos andavam despreocupados com seus olhares misteriosos, tão profundos e indescritíveis, as ruas movimentadas tinham uma leveza pura, os olhares eram sorridentes. Lia poesia porque alimentava a alma, era feliz e não sabia, tinha sempre na boca um gosto de beijo recente, e olhava as pessoas com uma curiosidade mansa, louca, louca, voltava pra casa todo dia sem saber porque, mas volta...
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